Iniciativa mariliense está entre os 12 melhores trabalhos do país e é promovida pela parceria entre a Secretaria Municipal da Saúde, a Famema e a Unesp
Marília foi selecionada para participar do PET-Saúde Clima, iniciativa do Ministério da Saúde que busca fortalecer a preparação do Sistema Único de Saúde (SUS) para os impactos das mudanças climáticas.
No total, 197 trabalhos foram escolhidos no país para participar da iniciativa. O projeto de Marília ficou em 12º lugar no Brasil e classificado na 1ª posição no Estado de São Paulo.
Intitulado “Saúde do Trabalhador Rural e Mudanças Climáticas: práticas orientadas pela equidade na territorialização, vigilância e cuidado na Atenção Primária”, o projeto é desenvolvido pela parceria entre a Secretaria Municipal de Saúde, a Faculdade de Medicina de Marília (Famema) e a Universidade Estadual Paulista (Unesp) – Campus de Marília, envolvendo diferentes áreas de formação e os serviços do SUS.
No município, o projeto terá como foco a saúde dos trabalhadores rurais, relacionando as condições de trabalho às mudanças ambientais e aos eventos climáticos extremos.
A iniciativa, válida para o biênio de 2026 a 2028, contará com a participação de estudantes e profissionais das áreas de Medicina, Enfermagem, Terapia Ocupacional e Ciências Sociais, que atuarão de forma integrada nos territórios rurais do município, em parceria com as equipes da Atenção Primária à Saúde, Vigilância em Saúde e Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest).
A cerimônia de abertura foi realizada nesta última segunda-feira (10/08), à noite, no auditório Dr. Mário Alberto Cosentino (Famema – Prédio do Carmelo) e contou com a presença da secretária municipal da Saúde, Dra. Paloma Libanio, de estudantes, profissionais da área, além de outras lideranças do setor.
“Estamos muito felizes com a conquista e a seleção do nosso projeto. Ele é muito importante, pois além de envolver instituições de grande relevância no ensino da cidade e os nossos profissionais da área da saúde, vai nos ajudar a mapear, monitorar e acompanhar as condições de trabalho no campo, especialmente em relação às mudanças ambientais e aos eventos climáticos que vem ocorrendo nos últimos anos na nossa região”, concluiu a médica Paloma Libanio.
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