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Notícias
AGO
14
14 AGO 2015
CULTURA
Clube de cinema apresenta, neste domingo, documentário especial sobre a colônia japonesa
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O Clube de Cinema de Marília, com apoio da Secretaria Municipal da Cultura, realiza neste domingo, dia 16 de agosto, às 20 horas, no Auditório Municipal “Prof. Octávio Lignelli” a exibição do documentário “O crime que abalou a colônia japonesa”, direção de Mario Jun Okuhara. A entrada é franca.

Confirmaram presença no evento, além do diretor do filme, o Sr. Tokuiti Hidaka, 93 anos, natural de Tupã e residente há muitos anos em Marília, que viveu naquela época e tem muitas lembranças e histórias, por ter sido o último sobrevivente com participação ativa nos acontecimentos retratados no livro “Corações Sujos” do escritor Fernando Morais e no filme de mesmo título.

“Com este documentário que dura cerca de 90’ podemos conhecer a verdadeira história do que acontecia com os japoneses no Brasil na época da 2ª Guerra Mundial. Os que moravam nas cidades praianas tinham ordem de abandonar o Brasil em 24 horas, razão pela qual em cidades como Santos e Rio de Janeiro existem poucos descendentes de japoneses, é um fato histórico que chama a atenção”, comentou Ivan Fiorini, presidente do Clube de Cinema de Marília.

A assinatura e reconhecimento em 15-08-2015 (neste sábado), portanto há 70 anos da derrota do Japão na 2ª Guerra Mundial, dividiu a colônia japonesa no Brasil, instalada principalmente nas cidades da nossa região como Bastos, Bilac, Marília, Tupã, Osvaldo Cruz e Quintana, entre outras.

A maioria dos japoneses não acreditou na capitulação do império nipônico e passou a organizar-se e atacar, de forma violenta e armada aqueles (“corações sujos”) seus conterrâneos conformados e cônscios da rendição do imperador, após a deflagração das duas bombas atômicas.

O saldo das atividades lideradas pela organização Shindo Rimmei em 13 meses de atuação foram: 23 mortos e 147 feridos. Foram presos mais de 31 mil japoneses ou descendentes, 381 denunciados na Lei de Segurança Nacional e 80 condenados a expulsão, estes anistiados em 1956 pelo presidente Juscelino Kubistheck. A maioria cumpriu pena na Ilha Anchieta, litoral paulista. Alguns quase 10 anos. Entre eles, o Sr Hidaka.

Mais informações sobre a sessão especial pode ser obtidas com Ivan Fiorini pelo telefone nº 99125-8800. O Auditório “Prof. Octávio Lignelli” está localizado na Av. Sampaio Vidal nº 245 – piso superior da Biblioteca Municipal, com entrada pela Av. Rio Branco.

Assessoria de Imprensa

Foto: Divulgação

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