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Atualizado em: 26/08/2026 às 17h08
Violência Contra Mulher
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A violência contra a mulher nem sempre começa com uma agressão física. Na maioria das vezes, ela surge de forma silenciosa, no dia a dia, disfarçada de ciúme, controle ou excesso de cuidado.
O ciclo de abusos costuma dar os primeiros sinais na forma de controle e intimidação, atitudes que vão tirando a liberdade e a confiança da mulher aos poucos.

  EM CASOS DE EMERGÊNCIA  

Ligue 190 (Polícia Militar) - chamada de urgência na hora do risco.

  PARA ORIENTAÇÕES E DENÚNCIAS  

Ligue 180 (Central de Atendimento à Mulher) - atendimento gratuito, sigiloso e disponível 24 horas.


  COMO IDENTIFICAR A VIOLÊNCIA  


Controle do celular e redes sociais: Mexer no seu aparelho sem permissão, exigir senhas e controlar mensagens ou amizades.
Controle do dinheiro: Impedir a mulher de trabalhar, controlar cada gasto ou reter seus documentos e pertences.

Isolamento de amigos e família: Afastar a mulher das pessoas que a apoiam e querem o seu bem.

Humilhações constantes: Ofensas, críticas que colocam a autoimagem para baixo e chantagens emocionais.

Ameaças e destruição de objetos: Atitudes para colocar medo, como quebrar móveis, rasgar roupas ou destruir objetos pessoais.


Aprender a reconhecer esses sinais é o primeiro passo para barrar a violência logo no início. 


  TIPOS DE VIOLÊNCIAS  

Violência física: Empurrões, socos, tapas, queimaduras, estrangulamento ou qualquer agressão ao corpo.

Violência psicológica: Ameaças, humilhações, perseguição, manipulação, chantagem, controle e intimidação.

Violência sexual: Assédio, estupro ou qualquer relação sexual sem consentimento.

Violência patrimonial: Destruição ou retenção de documentos, dinheiro e bens.

Violência moral:
Calúnia, difamação, injúria e acusações falsas.
Violência vicária: Praticada contra uma pessoa próxima ou dependente da mulher — como filhos, pais, parentes, enteados ou pessoas sob sua responsabilidade — com o objetivo de atingi-la, causar-lhe sofrimento ou controlá-la.


  Em caso de violência sexual  

Procure imediatamente a unidade de saúde ou hospital mais próximo (de preferência em até 72 horas) para receber os cuidados médicos preventivos necessários para evitar a gravidez e as ISTs (Infecções Sexualmente Transmissíveis).


O QUE ACONTECE DEPOIS DA DENÚNCIA
Após registrar o caso, de acordo com as circunstâncias, pode envolver medidas de proteção, acompanhamento do processo e atendimento especializado. Por isso, conhecer os caminhos disponíveis é importante para que a mulher não fique sem orientação depois de formalizar a denúncia.

  ONDE BUSCAR AJUDA EM MARÍLIA  


Atendimento começa pela rede

Unidades de Saúde, UPA ou CAPS
.
Os casos atendidos pela rede municipal são encaminhados ao Núcleo de Prevenção e Cuidado à Pessoa em Situação de Violência.


Apoio psicossocial

Centro de Referência da Mulher - espaço que acolhe mulheres (cis, trans e travestis) maiores de 18 anos, oferecendo atendimento com psicólogas, assistentes sociais e orientação jurídica, além de grupos de apoio e auxílio para inserção no mercado de trabalho. 

Endereço: Rua 4 de Abril, 763 – Centro
Horário de funcionamento: Segunda a sexta-feira, das 8h às 17h
Telefone: (14) 3434-2721 | WhatsApp: (14) 98195-0302


Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas)

  OUTROS SERVIÇOS DE ACOLHIMENTO E PROTEÇÃO  


Você também pode procurar a Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) ou qualquer delegacia de polícia para registrar o boletim de ocorrência e solicitar uma medida protetiva de urgência (MPU), além dos CREAS (Centro de Referência Especializado de Assistência Social).


E as ações da Prefeitura não param. Marília prepara um novo espaço para acolhimento das mulheres em situação de vulnerabilidade: está em construção a Casa da Mulher, que será a nova sede do Centro de Referência da Mulher.

  COMO AJUDAR UMA MULHER EM SITUAÇÃO DE VIOLÊNCIA  

Ouça com respeito e sem julgamentos;
Acredite no relato;
Informe sobre os serviços e canais de atendimento;
Incentive a busca por apoio;
Em caso de risco imediato, ligue para 190.

  CONTATOS ÚTEIS  
 
Polícia Militar 190
Central de Atendimento à Mulher 180
Polícia Civil – Denúncia Anônima 181
Disque Direitos Humanos 100
Centro de Referência da Mulher (14) 3434-2721
Seta