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 DOAÇÃO DE SANGUE 

Quem pode doar sangue?

Homens e mulheres saudáveis, com idade entre 18 e 69 anos e mais de 50Kgs.

- Os homens podem doar a cada 60 dias e no máximo 4 vezes ao ano;
- As mulheres podem doar a cada 90 dias e no máximo 3 vezes ao ano;
- Para o seu cadastramento no Hemocentro é necessário trazer um documento de identificação com foto;
- Não há necessidade de jejum, evite alimentos gordurosos e caso sua refeição seja abundante, deve aguardar 04 (quatro) horas para realizar a doação.


Quem não pode doar?

Quem ingeriu bebida alcoólica;
Quem teve relações sexuais com parceiros desconhecidos;
Quem tenha usado drogas ;
Mulheres grávidas ou que estejam amamentando. Após o parto, aborto e amamentação devem esperar três meses para doar;
Quem teve malária (maleita), doença de chagas, lepra (hanseníase) e AIDS;
Quem teve hepatite depois dos 10 anos de idade ;
Quem recebeu transfusão de sangue nos últimos 12 meses;
Quem se submeteu à cirurgia de pequeno porte (a menos de três meses) e de grande porte (a menos de 6 meses);
Quem fez tatuagens nos últimos 12 meses.


 DOAÇÃO DE MEDÚLA

Quem pode doar medúla?

Homens e mulheres saudáveis, com idade entre 18 e 35 anos.


- Não ter doença infecciosa ou incapacitante.
- Não apresentar doença neoplásica (câncer), hematológica (do sangue) ou do sistema imunológico.
- Algumas complicações de saúde não são impeditivas para doação, sendo analisado caso a caso.


Como funciona o cadastro?

1. É necessário comparecer no Hemocentro de Marília:
2. Para o cadastro é necessário apresentar o RG para preencher uma ficha de cadastro. E no mesmo horário, colher um simples exame de sangue para tipagem.
3. Seu sangue será tipado, que é um teste de laboratório para identificar sua tipagem HLA.
4. Sua tipagem HLA será cadastrada no REDOME - Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea.
5. Quando aparecer um paciente com a medula compatível com a sua, você será chamado.
6. Novos testes sanguíneos serão necessários para a confirmação da compatibilidade.
7. Se a compatibilidade for confirmada, você será consultado para decidir a doação.
8. Seu atual estado de saúde será então avaliado.
9. Existem duas formas de doar medula: uma por punção direta da medula óssea e outra por filtração de células-mãe que passam pelas veias (aférese). A punção direta da medula é realizada com agulha, na região da bacia e retira-se uma quantidade de "tutano" (medula) equivalente à uma bolsa de sangue. Para que o doador não sinta dor, é realizada anestesia e o procedimento dura em média 40 minutos. O doador fica em observação por um dia e pode retomar suas atividades no dia seguinte. A sensação do doador é de que recebeu uma injeção oleosa, não fica cicatriz, apenas a marca de 3 a 5 furos de agulhas. O único risco do doador é o de se submeter a uma anestesia.


Dependendo da doença e da fase em que se encontra, o paciente pode se beneficiar mais com uma forma de doação.
ATENÇÃO: Ao se inscrever no REDOME, você não doará a medula de imediato. Será extraída apenas uma amostra de sangue para identificar sua genética. Apenas quando surgir um paciente compatível, você será chamado para a realização de novos exames.


Mais informações, acesse o site da REDOME clicando AQUI
 
 DOAÇÃO DE PLAQUETAS

Quem pode doar Plaquetas?
Pessoas entre 18 e 60 anos, ser uma pessoa saudável com ótimas condições de veias e que seja facilmente localizado quando for necessário doar.

O que são Plaquetas?
São células do sangue responsáveis pela coagulação.
As plaquetas são produzidas na medula óssea e podem ser armazenadas no baço. Quando um vaso ou órgão é lesado, as plaquetas se prendem ao local formando uma barreira que evita o sangramento.


Como é feita a separação de plaquetas por aférese?
A enfermeira conecta o doador à máquina de aférese, através de punção venosa em ambos os braços.
Por centrifugação a máquina separa o sangue do doador e retira somente as plaquetas, devolvendo as outras células ao doador. O sangue não entra em contato com a máquina e sim, com um material descartável e estéril que se chama Kit.
O procedimento dura aproximadamente 60 minutos, o que exige uma colaboração maior do doador ao paciente.


Doar plaquetas por aférese é seguro?
É totalmente seguro.

Não há risco de se contrair qualquer doença, porque utiliza-se materiais estéreis e de uso único.
Durante este processo, a máquina coleta 10% das plaquetas circulantes no organismo do doador. A medula óssea do doador facilmente repõe esta quantidade de plaquetas em 24 horas, e as doações por aférese podem ser repetidas a cada 48 horas sem prejuízo ao doador.


Quem utiliza as plaquetas?
São pacientes que sangram devido a baixa contagem de plaquetas por causa de leucemias, câncer, anemia aplástica, quimioterapia, radioterapia e etc.
As pessoas submetidas a transplante de medula óssea, necessitam de muitas transfusões de plaquetas.

Como a aférese ajuda os pacientes?
Uma doação por aférese contém 8 vezes mais plaquetas do que numa doação tradicional. Então, em vez do paciente ser transfundido com plaquetas de 8 doadores, através da aférese é necessário apenas um doador.


Por que doar sangue por aférese?
Para colaborar com os pacientes que necessitam de grande quantidade plaquetas.
Este tipo de doação proporciona resultados benéficos ao paciente, sem prejudicar a saúde de quem está doando.


Quais as exigências para ser doador de plaquetas?
Comparecer ao Hemocentro da FAMEMA com documento de identidade, onde o provável doador passará por entrevista e será coletado exames sorológicos para Hepatite, AIDS, Chagas, Sífilis, HTLV e hemograma com contagem de plaquetas.

 
 DOAÇÃO DE ÓRGÃOS


Como funciona?

A doação de órgãos e tecidos só será realizada após a autorização familiar.

- Os órgãos doados vão para pacientes que necessitam de um transplante e estão aguardando em lista de espera. A lista é única, organizada por estado ou região, e monitorada pelo Sistema Nacional de Transplantes (SNT).
Após o diagnóstico de morte encefálica, a família deve ser consultada e orientada sobre o processo de doação de órgãos e tecidos.
A morte de um ente querido é sempre uma situação difícil para toda a família, mas é justamente nesse momento de perda que o sofrimento pode ser transformado em um ato de esperança ao dar uma nova vida para pessoas que aguardam em lista de espera por um transplante de órgãos ou tecidos.
 
No Brasil, a remoção de órgãos só pode ser realizada após a autorização familiar. Não há nenhuma lei que garanta que a vontade do doador seja atendida, isto é, se uma pessoa manifesta seu desejo de doar e, após sua morte, a família nega, seus órgãos não serão doados.
 
- A legislação determina que a família seja a responsável pela decisão final, não tendo valor a informação de doador ou não doador de órgãos registrada no documento de identidade ou outros. A melhor maneira de garantir efetivamente que a vontade do doador seja respeitada, é fazer com que a família saiba sobre do desejo de doar do parente falecido. Na maioria das vezes os familiares atendem a esse desejo, por isso a informação e o diálogo são absolutamente fundamentais, essenciais e necessários.
- A doação consentida é a modalidade para a doação que mais se adapta à realidade brasileira. A previsão legal concede maior segurança aos envolvidos, tanto para o doador quanto para o receptor e para os serviços de transplantes.
- A vontade do doador, expressamente registrada, também pode ser aceita, caso haja decisão judicial nesse sentido.
- Por isso, é importante conversar com a família ainda em vida para deixar claro o desejo de doar!

Entrevista familiar
 
Depois da confirmação da morte encefálica e da manifestação do desejo da família em doar os órgãos do parente, a equipe de saúde realiza um questionário com os familiares para detalhar o histórico clínico do possível doador. A ideia é investigar se os hábitos do doador possam levar ao desenvolvimento de possíveis doenças ou infecções que possam ser transmitidas ao receptor.
Doenças crônicas como diabetes, infecções ou mesmo uso de drogas injetáveis podem acabar comprometendo o órgão que seria doado, inviabilizando o transplante. A entrevista é essencial para a que a equipe possa avaliar os riscos e garantir a segurança dos receptores e dos profissionais de saúde.

 
 Recomendações
 
Todos os tipos de sangue são ideais e necessários.


O que é preconizado é dar preferência ao doador com ABO compatível ao paciente.
Recomendações ao doador de plaquetas por aférese:
- O doador será convocado previamente para a doação, por isso, deverá deixar um telefone para contato.
- O doador deverá comparecer ao Hemocentro no horário determinado com pontualidade.
- O doador não deve fazer uso de medicamentos tipo AAS, Aspirina, anti-inflamatório, etc. Se houver necessidade do uso destes medicamentos, entre em contato com a enfermeira do setor de aférese e comunique o fato.
- Os exames sorológicos terão validade por 10 dias. Se neste período o doador não fizer nenhuma doação, será necessário nova coleta de exames.
- No dia da doação o doador deve se alimentar normalmente, sendo que bebidas alcoólicas e alimentos muito gordurosos devem ser evitados desde a véspera da doação.
- Recomenda-se no dia da doação a ingestão de alimentos pobres em gorduras e ricos em cálcio (leite, queijo fresco, etc.).


 Onde doar
 
 Hemocentro de Marília:  
Rua. Lourival Freire, 240  -  Fragata-C   - Marília-SP


Telefone para contato:
(14) 3402-1744     

Linha do Doador          
Tel: (14) 3402-1850

Email: [email protected]





 
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