O implante Implanon é ofertado gratuitamente às mulheres do município pela parceria entre a Secretaria Municipal de Saúde e o Ministério da Saúde
Marília já conta com um método inédito e que é considerado um dos mais eficazes métodos contraceptivos do mundo para as mulheres: o Implanon. A Prefeitura de Marília, por meio da Secretaria Municipal da Saúde, e em parceria com o Ministério da Saúde, está disponibilizando gratuitamente o método contraceptivo em toda a Rede Municipal de Saúde.
“Ele já está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) para todas as mulheres em idade fértil do município. E é um método altamente eficaz, que busca prevenir gestações não planejadas”, esclarece a médica e secretária municipal da Saúde, Paloma Libanio.
O implante subdérmico – colocado no braço da mulher durante uma consulta ao ginecologista e sob anestesia local – é um método contraceptivo de longa duração e alta eficácia, considerado vantajoso em relação a outras opções. Ele atua no organismo por até três anos, sem necessidade de intervenções durante esse período.
“Ele tem mais de 99% de eficácia, protege a mulher por 3 anos e, durante este período, ela não precisa tomar nenhum medicamento adicional”, complementa a médica Paloma Libanio.
O Implante é indicado para todas as idades
De acordo com informações do Ministério da Saúde, o implante é um pequeno bastão, com cerca de 3 cm de comprimento e 2 mm de diâmetro, contendo levonorgestrel ou etonogestrel, hormônios sintéticos que bloqueiam a ovulação. Ele é inserido no braço da mulher durante uma consulta, sob anestesia local. Seu mecanismo de ação envolve a liberação contínua desses hormônios na corrente sanguínea, o que impede a ovulação e causa a atrofia do endométrio, prevenindo assim a gravidez.
É indicado para mulheres de todas as idades e dura até 3 anos, sendo fácil de inserir e de remover. A prevenção da gravidez começa poucos dias após a inserção do implante. Além de impedir a menstruação e reduzir a tensão pré-menstrual. Esse método é uma alternativa para as mulheres que não podem usar anticoncepcionais contendo estrogênio. Sua eficácia é maior do que a da ligadura ou da laqueadura das trompas uterinas, do dispositivo intrauterino (DIU) e dos anticoncepcionais orais.
O Ministério da Saúde estima distribuir 1,8 milhão de dispositivos para atender a todas as mulheres. O investimento será de aproximadamente R$ 245 milhões. Atualmente, o produto custa entre R$ 2 mil e R$ 4 mil.
“Estamos oferecendo mais acesso e, principalmente, mais cuidado para as mulheres do nosso município. É assim que a administração do prefeito Vinicius vai continuar atuando na nossa cidade”, finalizou a secretária Paloma Libanio.
Fotos: Divulgação